Mais uma vez eu embarcava no trem. Era um daqueles antigos, com ventiladores no teto a compor um dueto monótono com seu molejo preguiçoso, dando ritmo e tom à rotina das pessoas, suas conversas e preocupações, seu tédio e silêncios. Com sorte, percebi um assento vago e sentei junto à janela, que algum passageiro anterior… Continue lendo A Luz Dourada
